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Estreou em 1973 como repórter do Diário de Pernambuco, do qual foi redator e editor setorial. Foi editor-geral do Diário da Borborema-PB, Jornal de Hoje e Jornal de Alagoas. Foi colunista político e editorialista de O Jornal. Exerceu os seguintes cargos: Coordenador de Comunicação da Assembleia Legislativa de Alagoas, Delegado Regional do Ministério do Trabalho, Secretário de Imprensa da Prefeitura de Maceió e Secretário de Comunicação de Alagoas. Atualmente é editor-geral do PRIMEIRA EDIÇÃO.

De Gaulle estava errado, ou somos uns irrresponsáveis?

05/02/2019 17:01

Atribui-se a Charles De Gaulle a frase ‘o Brasil não é um país sério’. Se vivo fosse, o célebre general francês certamente estaria dizendo: “Eu estava certo, o Brasil não é um país sério”.

Ora – dirão os menos rigorosos – tragédias acontecem em toda parte, acidentes não são privilégios dos brasileiros. Verdade, mas, aqui, as tragédias são anunciadas, quase que programadas.

Essa de Brumadinho, na mesma Minas Gerais onde, há menos de três anos, rompeu-se a barragem de Mariana, é prova material de que as coisas aqui acontecem e se repetem por absoluta falta de compromisso com a segurança e com a vida das pessoas.

Existem culpados? Claro. Quem inspeciona as barragens, que avalia os riscos, quem assina os laudos de segurança? E, por trás, quem contrata os técnicos e engenheiros para fazê-lo? Esse tipo de tragédia só é acidental porque seria monstruoso se fosse resultado de uma ação intencional.

O saldo de vítimas fatais – e de pessoas desaparecidas – em Brumadinho supera o de Mariana (subsidiária da Vale). Os mortos, ao final da contagem trágica, devem ultrapassar uma centena – todos trabalhadores, funcionários da Vale S/A ou terceirizados.

O mais preocupante – num país, repita-se, onde o erro fatal se repete como ‘fatalidade programada’ – é saber que existem dezenas de outras barragens de rejeitos de mineração operando em condições que não diferem em nada dos cenários de Mariana e Brumadinho. E que, se o governo federal não adotar medidas preventivas sérias (punitivas e protetivas) outras tragédias acontecerão, com mais vítimas e danos ambientais.

Não pode ser visto como sério um país onde seus deputados, com interesses a resguardar junto às empresas de mineração, se omitem de votar medidas para evitar acidentes, mas, mesmo aqui – onde o sério é tratado com desídia – deve existir limite, um mínimo de limite, em se tratando de preservar vidas humanas e animais e, consequentemente, o nosso meio-ambiente.

 

ALERTA TARDIO

O Ministério Público do Trabalho demora a aparecer, mas, quando aparece, chega tarde demais. Quer saber o que o governo está fazendo para proteger o pessoal do Quartel Geral da PM.

 

NOTÍCIA VELHA

Ora, o assunto é velho. Desde o ano passado que o governo anunciou medidas para desocupar o QG e iniciar reformas. Obras, aliás, que deveriam ter sido executadas duas, três décadas atrás.

 

LIVROS DIDÁTICOS A PESO DE OURO

O governo Bolsonaro deveria jogar pesado com as editoras de livros didáticos para o ensino médio e fundamental. Veja: enquanto a inflação oficial de 2018 ficou em menos de 4%, o principal material escolar teve reajustes que variam de 10% a 20%. Qual a justificativa para esse tipo de descompasso?

 

SIMPLES ASSIM

É fácil saber se Flávio Bolsonaro fala a verdade. Ele diz que efetuou depósitos fatiados, de R$ 2 mil cada – porque esse é o limite nos caixas eletrônicos. Portanto, é só o Coaf apurar.

 

E ESSA CONTA?

Alguém pode depositar R$ 10 mil, de manhã, e sacá-lo à tarde, no mesmo dia. Repetindo a operação, ao cabo de um mês terá movimentado R$ 600 mil. Corrupção? Com apenas R$ 10 mil?

 

BOMFIM VÊ ESQUERDA BRASILEIRA SEM RUMO

Ausente das lides políticas, mas presente ao lançamento do livro Democracia Digital, do senador Renan, o ex-deputado Eduardo Bomfim vê a esquerda brasileira caminhando sem rumo. Verdade, mas não só a brasileira. No mundo inteiro, a esquerda passa por um momento de dispersão e encolhimento. No Brasil, o problema é outro: a esquerda nunca se entendeu e jamais se uniu. Basta ver como se conduziu na campanha presidencial do ano passado.

 

UM CONCILIADOR

Ao contrário do que muitos previam, o general Mourão tem agido com equilíbrio e espírito de conciliação. Além disso, no exercício ou não da Presidência, tem dado aulas de lealdade ao chefe.

 

SEM SENTIDO

Compreende-se a boa vontade do deputado Marx Beltrão, mas o problema do Pinheiro não justifica a abertura de CPI na Câmara.

Até porque o caso não envolve nenhuma esfera do setor público.

 

UNIVERSIDADE REQUER APENAS MERITOCRACIA

Em qualquer país desenvolvido, universidade funciona como instância de ensino seletiva. Aqui, a demagogia política fala em democratizar o ensino superior, quando, em verdade, trata-se de simples massificação. Quem tem bagagem para frequentar uma faculdade, não precisa de cotas para acessá-la. Simples lógica.

 

LIÇÃO DAS URNAS

Político com base eleitoral apenas em Maceió (sem pontos de apoio no interior) dificilmente se elege deputado estadual. Provou isso o desempenho do vereador Lobão nas urnas de outubro.

 

LIÇÃO DAS URNAS 2

Também vereador – e igualmente sem nenhuma base no interior – Eduardo Canuto se deu mal na tentativa de se eleger deputado federal. E de nada lhe valeu o apoio ostensivo de Rui Palmeira.

 

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Rumo ao descrédito total

28/01/2019 17:51

A Rede Globo não está apenas ressentida com a primazia que o presidente Bolsonaro resolveu conferir a outras emissoras de TV. Preocupa, de igual modo, a organização dos irmãos Marinho a decisão já tomada pelo governo de parar com a remessa de bilhões de reais, em publicidade, para a chamada ‘grande mídia’.

Sabem, os dirigentes globais, que nos últimos cinco, seis anos a audiência de seu principal produto, o Jornal Nacional – tem se alimentado de escândalos políticos abastecidos, sobremaneira, pelo interminável fluxo de denúncias da Lava-a-Jato.

À Globo, portanto, não interessa que o novo governo represente quase 60 milhões de votos ou que, se Bolsonaro falhar, o País tomará um rumo imprevisível. Quando a Globo ‘batia’ em Lula, os petistas criam que era marcação. Aí a Globo também bateu em Dilma, em Aécio, em Renan, em Azeredo, e logo se percebeu que não havia alvos preferenciais, mas, sim, um objetivo de empresa: repercutir e ampliar denúncias para otimizar audiência.

Ocorre que, agora, a Globo volta a insistir no denuncismo, mas encontrou uma barreira intransponível: Bolsonaro se comunica pela Record e pelo SBT e, o mais ‘danoso’, não passa recibo à televisão global. Não dá entrevista nem responde a acusações. Não fala à Globo. E qualquer jornalista sabe que noticiário com uma só versão, sem o equilíbrio dos ‘dois lados’, tem tudo, menos credibilidade. O pânico da Globo com essa postura é tal que seus editores tiveram a ousadia de ‘questionar’ perguntas feitas pela reportagem da Record à Flávio Bolsonaro.

Nesse caso em especial, o que preocupa a TV dos irmãos Marinho não é a audiência de seu principal noticioso. Preocupa saber que, sem o crédito que só pode ser proporcionado pala oitiva dos ‘acusados’, toda sua cobertura expondo a família Bolsonaro como foco de denúncias soará como ‘campanha contra o governo’.

Ou seja, falta muito pouco para a notícia global passar a ter a mesma credibilidade que tem o comentário de um inimigo.

 

O PASSADO CONDENA

O grupo Globo pode até se fantasiar de instituição democrática, mas vai ser lembrado como uma organização que apoiou a ditadura e sempre esteve do lado de quem exercia o poder.

 

BOICOTE GLOBAL

Aliados do presidente Bolsonaro começam a se organizar para boicotar a Globo. Vão usar em grande escala as redes sociais, que derrotaram a ‘grande mídia’ na recente eleição presidencial.

 

A FRASE SIMPLES E A ESTUPEFAÇÃO DA MÍDIA

A situação de impunidade vigente no Brasil nos anos petistas pode ser mensurada pela reação da mídia a uma fala simples do presidente Bolsonaro. Ele disse: “Se ficar comprovado que Flávio errou, ele vai ter que pagar”. A mídia reagiu como se a frase, inusitada tratando-se de um presidente da República, fosse um  autêntico escândalo de honestidade.

 

VISÃO DOS CONTRAS

Os inimigos de Bolsonaro qualificaram de ‘vazio’ o discurso do presidente na Suíça. Já Delfim Neto, um gênio da economia, comentou com magistral isenção: “Foi um discurso fundamental”.

 

LIVRO, SEMPRE

O mestre Douglas Apratto, vice-reitor do Cesmac, não abre mão de publicação impressa. Curte a internet como todo intelectual, claro, mas está sempre com um livro de baixo do braço.

 

SEM DISPUTA, AMA MANTÉM HUGO WANDERLEY

Um acordo que envolveu o governador Renan Filho pacificou o cenário na Associação dos Municípios Alagoanos. Feita a composição, o prefeito de Cacimbinhas, Hugo Wanderley, será reconduzido à presidência da AMA nesta 2ª feira (28). Será chapa única, sem disputa. A prefeita Pauline Pereira, de Campo Alegre (que havia se movimentando para disputar o comando da entidade) integra a chapa como vice-presidente.

 

ALE ACOMPANHA

O vice-presidente da Assembleia, deputado Francisco Tenório, formou comissão de parlamentares para acompanhar todo o desenrolar dos acontecimentos envolvendo o bairro do Pinheiro.

 

DIREITA CONVICTA

Intelectual de direita ‘com orgulho e convicção’, o escritor alagoano Rosalvo Acioly elogiou a ‘forma e o conteúdo’ do livro Democracia Digital, lançado pelo senador Renan no Hotel Ritz.

 

HADDAD E ALIADOS TORCEM MUITO PELO BRASIL

Fantoche de Lula, pior prefeito da cidade de São Paulo, Fernando Haddad exercita seu patriotismo torcendo pelo fracasso do governo de Bolsonaro. Aliás, como o próprio presidente já disse, o novo governo não pode errar, porque, se tal acontecer, estará

criada a oportunidade para a volta do PT. Portanto, se depender dos petistas, o Brasil vira uma Venezuela em quatro anos.

 

PODER É PODER

Que o diga Nicolás Maduro. Ele destruiu a Venezuela, mas, no meio da desgraça nacional, fez uma eleição de cartas marcadas e ainda quer que o mundo o reconheça como presidente legítimo.

 

IMAGEM NA LAMA

A delação de Palocci detonou a imagem que Dilma tinha de ‘mulher séria e honesta’. O ex-ministro aliado fala de corrupção, mas fulmina Dilma denunciando-a como traidora de Lula.

 

 

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Senador Renan lança Democracia Digital em noite de consagração

18/01/2019 17:39

No jargão literário seria uma ‘miscelânea’ ou ‘coletânea’ ou mesmo ‘antologia’, mas, tratando-se de política, podemos dizer que Renan Calheiros acaba de lançar uma ‘peneirada’ sob o  sugestivo título de Democracia Digital, seu novo e possante livro de 489 páginas, com ilustrações em gravuras.

Considerando a multidão que se comprimiu no ‘Salão Linda Mascarenhas’, no aprazível Ritz Lagoa da Anta, conclui-se que houve inescapável erro de cálculo: era evento para um Centro Cultural de Jaraguá ou um Teatro Deodoro.

Mas o senador, tratado como ‘O Sobrevivente’ em entrevista de Ana Clara Costa, nas imperdíveis Páginas Amarelas da revista Veja (incluso no volume), fez o que aprendeu a cometer como ninguém: embrenhou-se no meio da massa humana compactada, cumprimentando um a um com apertos de mão, abraços e sorrisos de quem, ao mesmo tempo, agradecia e comemorava uma conquista épica.

Pois Renan Calheiros, alvo preferencial de procuradores que se habituaram a tratá-lo com indisfarçável ‘despeito pessoal’, foi um dos 12 senadores que conseguiram renovar o mandato dentre os 54 que tentaram a reeleição no último sete de outubro.

Líder político em sólida ascensão, o governador Renan Filho compareceu, óbvio, mas que fique bem claro: chegou mais tarde, quando o espaço reservado já não comportava mais ninguém, deixando evidente que o ‘dono da festa’ era o pai e a atração da vez não eram novos atos de governo por Alagoas, mas um livro de abordagem fragmentária, versátil, bem apropriado para indicar o estado de espírito do político saído de um embate eleitoral que mais pareceu uma batalha campal, daquelas em que se contam a dedo os remanescentes ou... sobreviventes.

Eram tantas as figuras ilustres, apinhadas, conversando e gesticulando com dificuldade – não pela pequenez do recinto, mas, de fato, pelo volume de almas reunidas – que mais parecia uma conferência de notáveis. Mas era possível ver também gente simples engrossando a fila para ter em mãos um exemplar do volume disposto numa mesa com três simpáticas secretárias formalizando o ato de distribuição.

Democracia Digital – o título já o diz – coloca Renan Calheiros na era da cibernética e o traslada, em páginas muito bem impressas na Gráfica do Senado Federal, a um público cada vez mais envolvido com o poder incomensurável das redes sociais.

Reúne, quase que por exigência etimológica – pronunciamentos feitos da tribuna senatorial, discursos laudatórios como os que reverenciam Rui Palmeira, o senador, e Teotonio Vilela, o Menestrel da Democracia, e uma sequência tumultuária de textos tuitados pelo novel adepto da comunicação interativa.

A obra fala de Alagoas, do Brasil, do Senado como guardião perene dos valores democráticos, dos poderes, e reserva espaços generosos às investidas de procuradores do Ministério Público Federal, de Gurgel a Janot, ontem, e de Dodge, hoje, que o senador retrata como perseguidores contumazes.

Como em outro volume recém lançado sob o título ‘ Quanto mais perseguição, mais óbvia a verdade’, Renan Calheiros imputa ao MPF, em tom recorrente, a irresponsabilidade de denunciá-lo com o fito único de encorpar o fardo de inquéritos da Lava-Jato, valendo-se, invariavelmente, de forçadas alusões ao seu nome por delatores que acusam sem provas na agônica esperança de serem recompensados na hora do ajuste de contas com a Justiça.

Nessa linha, Renan enfatiza episódio em que um delator disse, perante procuradores do Ministério Público, que, falando do senador Romero Jucá, ‘sentia intrinsecamente’ a presença do senador Renan Calheiros...

Mas é à matemática que o senador recorre para, em registro quase triunfal, assinalar que, das acusações a ele assacadas, nada menos do que 10 já foram arquivadas por absoluta ausência de provas.

O novo livro, a mostrar que o autor é um alagoano que já presidiu o Congresso Nacional em quatro oportunidades e até assumiu a Presidência da República, também se esmera em apresentar o senador das Alagoas como um filho da interiorana Murici ao

enfeixar versos populares dispostos em 15 páginas sob o título ‘O Cordel do Tuiteiro’, assinado pelo afiadíssimo Zé das Alagoas.

Democracia Digital sintetiza, em carne e espírito, em registros tão fugazes quanto surpreendentes, a figura deste intimorato alagoano com espaço reservado na galeria dos grandes políticos da República brasileira. Com ou sem controvérsia.

 

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No caminho certo, sem autoritarismo, do jeito que o povo quer

10/01/2019 14:39

O Brasil se libertou do petismo, com o voto livre e consciente de 57 milhões de eleitores, mas falta ao presidente Bolsonaro uma coisa muito simples: arrumar a casa. A ‘despetização’ dos órgãos estatais – que deveria ter ocorrido após a destituição de Dilma, mas Temer temeu represálias e condescendeu – foi o início. Cumpre, agora, definir metas dentro de um projeto consistente e dinâmico. O bater cabeça é natural – houve com Lula e Dilma – mormente em um governo em que cada ungido a cargo do primeiro escalão age como se fosse o próprio vitorioso.

Bolsonaro deve, sim, delegar poderes aos ministros, até porque já provou não ter vocação para ‘centralizador autoritário’, mas que fique claro, sempre, que ele é o presidente e que nada de relevante – principalmente o que implique desgaste para a população – pode ser anunciado ou definido sem o seu prévio conhecimento.

Importante, também, seria a indicação de um porta-voz do governo, um assessor de comunicação categorizado para transmitir à sociedade decisões governamentais no contexto de um discurso unificado, exatamente para evitar conflitos de posições que só servem para confundir a opinião pública e produzir desgaste à imagem do governo, isto é, do presidente.

Bolsonaro gosta de ouvir opiniões de seus auxiliares e já demonstrou ser tolerante, mesmo quando há divergências que atingem sua própria maneira de pensar. É um estilo novo, muito distante do perfil arrogante dos recentes governantes petistas, mas deve ter limites. Um presidente democrata, que põe a Constituição acima de todos (mas abaixo de Deus), e que considera o que pensam as pessoas que o cercam, é o presidente ideal. Desde, no entanto, que faça prevalecer a força nuclear de suas próprias ideias e de seus próprios conceitos. É gratificante, contudo, ver que o Brasil tem um presidente aberto ao diálogo e avesso a imposições que possam lembrar faíscas de autoritarismo.

 

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Renan Filho destaca redução da violência com avanços na segurança pública de Alagoas

04/01/2019 13:02

O governador Renan Filho (MDB) anunciou a convocação de 1 mil policiais militares aprovados no último concurso público, no primeiro gesto de impacto para reforçar a segurança pública de Alagoas já nesse início de segundo mandato.

O anúncio foi feito durante entrevista coletiva na manhã e sexta-feira (4), oportunidade em que o governador informou para dentro de três meses a abertura de mais sete Centros Integrados de Segurança Pública (CIsps), estruturas que envolvem delegacias e unidades militares, com o objetivo de otimizar a segurança no interior do estado.

Renan Filho iniciou o Ano Novo disposto a redobrar seu ritmo de trabalho e surpreendeu convocando uma coletiva para informar, dentre outros dados, que Alagoas reduziu em 50% os casos de violência ao longo de 2018, com destaque para a queda da taxa de homicídios, crimes contra o patrimônio e redução dos assaltos aos coletivos urbanos que circulam em Maceió.

O comando da SSP-AL informou que, entre 2015 e 2018, 7130 homicídios foram contabilizados, ao passo que, na gestão passada, Alagoas amargou 9108 assassinatos, o que significa uma redução de 21,7%.  Na capital alagoana, a redução foi de 31,7%, tendo sido registrados 3336 assassinatos entre os anos de 2011 e 2014, e 2280 nos últimos quatros anos, relativos ao seu mandato. 

 

OUTROS CRIMES

Durante a coletiva, no salão de despachos do Palácio República dos Palmares, o governo apresentou dados oficiais sobre diversos tipos de crimes. Com relação a latrocínio (roubo seguido de morte), em 2017, 58 ocorrências foram registradas no estado e 36 no ano passado, o que equivale a uma redução de 37,9%. Em relação aos casos de feminicídio, a diminuição foi de 42,4% entre os anos de 2017 (33 ocorrências) e 2018 (19 ocorrências). 

Na capital, foi igualmente registrada uma redução do número de vítimas nos crimes de latrocínio. Em 2017, 15 pessoas foram vitimadas e, em 2018, 13 pessoas, representando uma variação de 13,3%.

Maceió ainda registrou queda nos casos de feminicídio em comparação com o ano de 2017, quando foram registrados 8 casos, e, no ano passado, 6 ocorrências, o que representa uma diminuição de 25%. Ataques a coletivos urbanos também foram destacados, representando um recuo de 36%, sendo 507 assaltos contabilizados em 2017 e 325 no ano que passou. 

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Primeira Edição © 2011