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Protesto contra um Brasil parado.

14/06/2019 10:03

                     Hoje quem protesta sou eu, sim. Através da palavra, da escrita, dos espaços que tenho na televisão, mas jamais indo para as ruas participar de movimentos organizados que desorganizam a vida da população. Sempre me expressei dizendo que não gosto de greves que prejudiquem o povo, como as da saúde, as escolares e as de transporte. Porque, na verdade, deixam o povo a mercê de dificuldades extremas além das que já têm. Um exemplo disso também são os protestos em estradas que as fecham aos viajantes que não têm culpa nem participação nos males que atormentam os que protestam. O fato é que nesta última sexta-feira novamente os protestos ganharam as ruas de cidades em todo o país e em Maceió não foi diferente criando uma série de transtornos no já caótico trânsito e sei lá quantos problemas por tantas pessoas. Além disso nãos esquecer que quando isto acontece a produção cai, as empresas não faturam e os empregos rareiam. Tudo para dizerem à maneira deles que são contra a reforma da previdência. Vamos tentar mudar os meios de comunicação sem abalar os alicerces das cidades, das pessoas e dos seus costumes. O recado está dado e sei que não vamos ser atendidos. Mas, não custa protestar também contra um Brasil parado.   

 

DESTACÔMETRO

             O destaque vai para a presidente do IPREV Maceió, a dedicada presidente Fabiana Toledo que vem discutindo em todos os níveis a reforma da previdência hoje arriscando não incluir os estados e municípios.

 

PÍLULAS DO OUVIDOR

Ainda em função dos protestos nas ruas das cidades, a impaciência no trânsito acaba provocando as pessoas que se desentendem, envolvem-se em acidentes, em discussões e às vezes até em tiros.

É nessas hora, inclusive que devemos pensar nas absurdas teorias de armamento da população que este governo tem e que prepara leis para o porte verdadeiramente inacreditáveis.

Vocês sabiam que Alagoas é um  dos pouquíssimos estados brasileiros que não têm mais aqueles terríveis lixões? É verdade. E tudo começou com o Aterro Sanitário de Maceió ainda na gestão de Cícero Almeida como prefeito.

A partir daí foram criados os consórcios entre prefeituras que se reuniram e acabaram com os  lixões utilizando aterros coletivos. Aliás a cooperação entre municípios é algo que deveria crescer mais incluindo compras de medicamentos.

O Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, participou nesta sexta-feira (14), da XLIV Reunião de Ministros e Ministras de Saúde do Mercosul e Estados Associados, em San Carlos de Bariloche, Río Negro, na Argentina.

Durante o encontro, que acontece a cada seis meses, os ministros trataram de temas previamente acordados nas Comissões Intergovernamentais Temáticas do Mercosul. É a saúde continental prevalecendo.

Disposto a assegurar que as questões políticas não se sobreponham ao interesse público, o presidente da Federação das Indústrias José Carlos Lyra vem atuando para restabelecer a comunicação entre Renan Filho e Rui Palmeira.

Um dos objetivos é discutir soluções para o bairro do Pinheiro, e a Braskem, uma das principais empresas da indústria alagoana já que o assunto é de alto interesse da cidade e do estado ficando acima de quaisquer divergências.

42º Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação promove o encontro de competências interdisciplinares para a discussão sobre democracia e será realizado de 2 a 7 de setembro de 2019 na Universidade Federal do Pará (UFPA). 

Ronaldo Lessa (foto) que já foi prefeito, governador por duas vezes, deputado federal até a última legislatura está enfrentando os problemas da Secretaria de Agricultura que, sem dúvida alguma é uma das mais importantes para o estado.

 

ABRAÇOS IMPRESSOS

               Esse é Max Borgaro, um argentino que é um fenômeno musical. Com seu equipamento pessoal e personalizado solta seu vozeirão que passa até por um Frank Sinatra, Elvis Presley e outros  com uma supremacia vocal impressionante.

 

                            

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Desmonte do Brasil?

07/06/2019 10:27

                   Perguntar não ofende. O Brasil está sendo desmontado? É para montar de novo ou é para piorar tudo o que já existe por aí seja bom ou ruim? Porque senão vejamos: Em 2003 o país viu surgir uma campanha de desarmamento que deu frutos e onde o exército recolhia armas dos cidadãos que de maneira espontânea as entregavam e divulgavam suas ações para que servissem de exemplo. Hoje vemos o desmonte do projeto com a liberalização de portes de armas para pessoas as mais diversas e até permitindo que crianças e adolescentes possam participar de cursos de tiros. Isso é desmonte. Depois vem uma nova lei – se é que virá – em cima das existentes que regularizam o trânsito em todo o país. Pela que o governo quer aumenta-se a liberalização de pontos na carteira de habilitação, retira-se a exigência de cadeirinhas para as crianças, acaba-se com os exames toxicológicos para caminhoneiros, aumenta-se o prazo de validade da CNH e por aí vai. Isso é desmonte. E, para finalizar, apesar de absolutamente necessária, ainda não sabemos até que ponto a Reforma da Previdência será outro tipo de desmonte que venha a prejudicar muita gente no país. O fato é que entramos na era da peneiragem da sucata. Ou será que vamos fabricar mais sucatas?                        

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Mudança de hábitos

28/05/2019 17:02

                    Queira ou não o brasileiro desde janeiro deste ano está sendo levado a mudanças de hábitos a que não estava muito acostumado. Por influência da política que vem, ela própria, sofrendo mutações não só no Executivo, mas também no Legislativo e no Judiciário, o que está ocorrendo no país é uma revolução surda mas que de muda não tem nada. O próprio presidente fala o que quer, o que deve e o que não deve, volta atrás, chama o povo de idiota e vai tocando uma maneira de governar que não é muito condizente com práticas clássicas. O Judiciário entra em assuntos que prematuramente não são dele e o Legislativo deita e rola para negociar seus interesses com assuntos da mais alta gravidade como é o caso da Reforma da Previdência. O povo ainda eleitoralmente dividido planta pé nas suas convicções e deixa as coisas rolarem nas ruas com manifestações as mais diversas. As armas estão por vir e Deus nos guarde de muita perturbação para um povo que não está acostumado a andar armado por aí. De xingamentos no trânsito a tiros por qualquer motivo, tudo pode acontecer. Esperemos que não, mas não estamos gostando nada dessa maneira de se mudar os hábitos de um povo instigado que está pela ainda rolante corrupção, pela inconfiabilidade nas autoridades constituídas e em si próprio.  

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Querem tiros para todos os lados?

10/05/2019 16:44

                  Acreditem, meus amigos e minhas amigas, que não ponho política nos meus comentários e nem os quero gratuitos. Mas não posso ver o presidente da república assinar um decreto dando força para que a população se arme de maneira desvairada permitindo armas nas mãos de sei lá quem com porte pelas ruas, nos carros, em todos os lugares, como se estivéssemos voltando ao faroeste. Ou entrando nele, quem sabe! Não será assim que o problema da violência será resolvido no Brasil, mas talvez seja a maneira de incitar os "arrojados" e de colocar em perigo os incautos. Enquanto a coisa se resumia em se poder ter uma arma registrada em casa ou no seu estabelecimento comercial, ainda vá lá! Mas permitir o porte a quem pode revidar ou provocar em qualquer ocasião, podem ter certeza de que estaremos em constante perigo pelas ruas de todas as cidades brasileiras. Queira Deus que o Congresso entre em ação ou até mesmo o Supremo para acabar de vez com essa doidice ou colocá-la em formas mais plausíveis. O atual decreto prevê inclusive que menores de idade possam frequentar aulas de tiro como se fizessem parte de seus currículos de vida. Ou de morte! Melhor seria, senhor presidente que os cursos superiores não fossem vítimas de trinta por cento de corte e que nas nossas faculdades as armas fiquem de fora e lá se ensinem apenas o poder do conhecimento e da palavra. Violência, crime, guerra urbana e rural, isto sim, talvez vejamos por trás desse decreto insano.   

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A censura voltou?

27/04/2019 10:01

                       É de se perguntar uma vez que o episódio de agora quando o Banco do Brasil recebeu ordens para tirar do ar uma campanha publicitária que enfocava personagens os mais distintos da sociedade brasileira.

                       O que levaria o governo com tantos problemas a censurar uma propaganda oficial e em seguida dar ordens para que todas peças de campanhas de órgãos do governo passassem antes pelo crivo do Planalto? Acresça-se que ainda demitiu o diretor de marketing do Banco por ter aprovado as peças que estavam no ar. Se isso não for censura mudo de nome.

                       Lembro-me do meu tempo de publicitário no Rio de Janeiro e São Paulo e de como tínhamos que enfrentar a censura para todas as peças que produzíssemos incluindo aí as letras de jingles e ou músicas correlatas. Tempo de revolução, de militarismo brabo.

                       E agora? Por que isso? Quando acordado para o fato de que as estatais não poderiam ser monitoradas em vários aspectos e que teriam a sua independência o Planalto voltou atrás, mas podem ter certeza de que o comercial do Banco do Brasil é só um sinal de alerta, de que as coisas podem se complicar a nível geral e de repente, não mais que de repente, gradativamente ou não a censura se estabelecer através de perseguições, de ameaças ou sei lá de que tipos outros de pressão.

                       Alerta, Brasil! A sirene tocou.

 

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Primeira Edição © 2011