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A um passo de um novo destino

19/08/2018 15:59

                    Diga-se de passagem, um enorme passo de absoluta responsabilidade do povo brasileiro. Mas ora vejam que estou colocando um enorme peso nos ombros do povo sofrido deste país só porque os que deveriam ser apontados como culpados nos fizeram chegar a essa situação de verdadeira emergência. Uma mentira deslavada corre pelos porões e pelos salões da república tentando mostrar à sociedade que tudo está bem, que os políticos se entendem, que o país cresce, que a inflação é real, que crises não existem, nem políticas nem econômicas. Que blasfêmia! Que atentado contra a inteligência de tanta gente que vem sofrendo com os desmandos palacianos assessorados de perto por grande parte dos que deveriam ser legisladores de causas boas, mas que se mantêm reféns de promessas escusas dos que têm a manobra do dinheiro em suas mãos. Está provado, lavando a jato ou com pingos de torneira que os manobristas a que nos referimos precisam urgentemente serem mudados. e somos nós, povo brasileiro que podemos tentar minorar a situação sabendo de verdade em quem votarmos, tentando conhecer candidatos, suas posturas e seus passados. Podemos errar mais uma vez, mas pelo menos tentemos ser conscientes do que estamos fazendo a nossa parte com a poderosa arma do voto. A campanha eleitoral já começou. As Redes Sociais aí estão permitindo que os bons apareçam e que os maus continuem mentindo povoando nossas cabeças com seus tecnológicos  "fakes". Transformemo-nos em fatos e mostremos que somos capazes de combatê-los com a nossa verdade. A verdade do voto consciente.

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Ora, ora, o Brasil que eu quero!

13/08/2018 09:05

                    Forçada por uma enorme rede de televisão e muito mais para aparecer na telinha do que para contribuir, a sociedade brasileira está tentando dizer o que quer para o Brasil. E como era de se esperar ela não sabe o que dizer. Envolvida e conduzida pela mídia, a população utiliza os temas mais constantes para sempre repetir que quer ver um Brasil sem corrupção, com mais saúde e mais educação. Possivelmente até uns tempos atrás ninguém soubesse sequer traduzir a palavra corrupção que entrou avassaladoramente no vocabulário popular tal qual os termos e gírias usados nas novelas passam a ocupar as conversas e as brincadeiras povoando o anedotário. É utópico se achar que a campanha encetada pela emissora venha encontrar respostas ou posicionamentos de candidatos, por exemplo, nos seus discursos atentatórios contra a crendice de um povo que jamais vai conhecer os reais objetivos dos que desejam ocupar cadeiras que deveriam ser importantes para o país. A eles, sim, deveria ser apontada a pergunta "Que Brasil você quer fazer"? Porque, se honestidade de princípios fosse a tônica dos nossos legislativos e dos nossos executivos possivelmente não precisássemos perguntar ao nosso povo sofrido, que Brasil ele quer. Ora bolas, ele quer o melhor. Ele quer decência, ele quer acreditar nele próprio porque todos somos o povo brasileiro. Ricos, pobres e até os corruptos. O que precisamos é mudar verdadeiramente o dístico que está na bandeira brasileira. Apagar o "desordem e retrocesso" de hoje e reescrever o tão amado "ordem e progresso".       

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É você quem manda!

06/08/2018 17:29

                  Mais uma vez a sorte está lançada para este país de 518 anos considerado ainda um jovem rapaz adolescente. Que precisa de bons tratos, que necessita de cuidados, de orientação em todos os sentidos e que a ele seja dada a oportunidade de crescer sem mazelas, de surgir no meio de seus pares e dos mais velhos como uma esperança de renovação e de reação aos dos sub-mundos que às vezes o querem imputar. Para que isso aconteça o rapaz  precisa e muito de uma tutela equillibrada. Exercida por cabeças que pensem por ele para que um dia ele siga seu caminho com menos dificuldades. E essa tutela não é montada com apenas um tutor, mas com um grupo que unido possa indicar rumos, apreciar soluções para o futuro, administrar recursos, buscar pessoas e instituições que nele acreditem e que o ajudem a ser colocado no topo do mundo. Este grupo é que é o grande nó da questão. Seus componentes têm nomes que vão de presidente, a senadores, a governadores, a deputados e a vereadores. E de outro lado, a mais forte ala do grupo que leva o nome de povo. Às vezes ou quase sempre relegado a um plano inferior é, no entanto, o mais poderoso de todos. Porque é ele, o povo, quem diz quem serão os outros, quem serão os que vão conduzir este jovem a um futuro brilhante e melhor. Enquanto hoje os outros lutam com armas poderosas para se manterem com o poder de mandarem em tudo e em todos, o nosso querido povo só tem uma arma e que ele pode usar a cada dois ou a cada quatro anos. Com essa arma ele vai mandar e desmandar. Se souber usar, se souber em quem apontar haverá de triunfar com a simples sabedoria do apertar de um botão. Não o botão que acelera armas nucleares, mas o que pode definir o futuro deste jovem chamado Brasil. Sua arma, você sabe, é o seu e só seu, voto.       

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Na vida o difícil é marcar encontros.

02/08/2018 16:23

                    Uma verdadeira roleta, a vida nos proporciona o que desejamos se soubermos exatamente buscar os nossos objetivos que nem sempre estão disponíveis onde pensamos que estão. As pessoas têm propósitos e muitas estão com os mesmos entre si bastando apenas que os encontros aconteçam. E é aí que a roleta funciona ou não funciona. Exatamente na sorte que os indivíduos precisam para que a vida os unam em encontros que levem à complementação de seus destinos ou de seus desejos. Quantas vezes alguém pensa como você, precisa daquilo que você pensa, está disponível mas nem você sabe nem ele. Aí você haverá de dizer que a propaganda existe que os meios de comunicação estão aí, que as Redes Sociais estão avançando e globalizando. Tudo bem, mas nem sempre funciona dessa maneira o que desejo passar:  o encontro certo no momento certo, uma espécie de encantamento mágico que faz com que as conjugações aconteçam e o verbo encontrar com toda a sua amplitude crie as condições perfeitas para que um negócio se realize, para que um projeto siga em frente, para que um romance prossiga e para que a vida por si só feita de encontros e desencontros alcance no acaso ou na técnica o momento perfeito da conjunção entre seres humanos, entre empresas, entre componentes dela própria, a vida, num mundo onde. cada vez mais, o difícil é marcar encontros. Que girem as roletas, que as bolinhas mostrem os caminhos e não esbarremos uns nos outros, mas que nos encontremos verdadeiramente para somarmos na vida.     

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O preso tem que trabalhar

25/07/2018 16:10

                    Não estamos tentando voltar no tempo e no passado buscando os famosos trabalhos forçados das épocas medievais e até mais próximas que colocavam os presos a quebrar pedras,  humilhantemente sentenciados. O que buscamos, isto sim, é levantar uma questão humanitária que longe de ser um privilégio para os presos talvez se tornasse em instrumento de proteção à sociedade e até mesmo de combate à criminalidade começando pelos condenados.

                   No nosso entendimento, programas mais profundos de ressocialização podem ser adotados fazendo com que o velho ditado "cabeça vazia, casa do diabo" não seja uma tônica nos presídios e ou nas casas de custódia. Se o preso, devidamente catalogado, avaliando-se suas melhores habilidades ou mesmo dando a ele a oportunidade de capacitação e qualificação durante seu tempo de pena, o que certamente o ajudaria na volta à sociedade, tivesse a oportunidade de encontrar em si coisas e habilitações que nem ele próprio conhecesse, sem dúvida estaríamos exercendo a verdadeira cidadania para com os chamados párias.

                   No entanto, sabemos que nem tudo são flores e que nem todos os objetivos podem ser atingidos, mas é preciso tentar, implantar a educação, criar escolas presidiárias, formar mais empresas conveniadas com os presídios, como já existem e abrir um campo de conhecimento e de trabalho que até estaria protegendo as famílias dos detentos.

                  Claro que existem muitos que já têm profissão, até mesmo cursos superiores e esses podem ajudar em muito em programas dessa categoria.

                  O fato é que a velha imagem do quebrar pedras pode ser substituída por projetos fantásticos em prol do preso, de suas famílias e da sociedade como um todo. E, quem sabe, bem mais barato do que permiti-los criminosos para sempre.    

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Primeira Edição © 2011