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Parar ou não parar. Eis a questão!

27/03/2020 10:43

                   Uma questão polêmica que mistura saúde pública, política e economia. Uma questão que envolve presente e futuro de nações sob aspectos os mais diversos criando uma crise mista de doença e de dinheiro, de sobrevivência ao mal instalado e de saída para o mal econômico, às vezes também mortal.

                  Como enfrentar o lado econômico, em alguns aspectos desprezando o lado saúde que, no caso em questão pede isolamento social, fechamento de peças que produzem o PIB de um país e que, pasmem, pode até parar de produzir materiais e serviços essenciais para a cura da pandemia que assola o mundo?

                  Um xadrez social está instalado com opiniões as mais diversas que vão desde aquelas que são desejadas por um grupo economicamente ativo e por outra que precisa pensar na cura das pessoas de maneira prática e objetiva.

                  O que definitivamente não pode acontecer é a falta de diálogo, de propostas, de soluções não impostas por lados que no fim das contas talvez estejam do mesmo lado, mas que se não tiverem o equilíbrio necessário aos bons jogadores de xadrez, sem dúvida alguma estarão se aproximando do impossível que será o xeque-mate duplo e sem volta. E aí fica a resposta que cada brasileiro deve dar conscientemente: Parar o que se pode ou não parar nada? Eis a questão!   

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O que é aglomeração?

21/03/2020 10:40

                            Existem várias interpretações, dependendo da ótica que se aplique a grupos que se reúnem deliberada ou indeliberadamente. Um grupo de cinco pessoas espremidas num elevador constitue-se em uma aglomeração, até porque as pessoas respiram umas para outras, se tocam e estão sujeitas aos riscos da mesma maneira que uma aglomeração de 100 pessoas em um cinema, um teatro ou até mesmo ao ar livre, dependendo da situação em que se encontrem. O fato é que as análises são muito diversas e discutíveis. Vejamos por exemplo o caso de um casal de idosos, sós, dentro de casa. Recebem um "delivery" e um dos dois adquire a doença. Automaticamente o outro irá adquirir também. Claro! E, por incrível que pareça, duas pessoas isoladas passaram a constituir uma aglomeração. Que precisamos tomar todos os cuidados indispensáveis para que possamos não ter esse vírus terrível, não tenho a menor dúvida. Mas que também precisamos socialmente definir até que ponto e como podemos nos comportar, também não tenho dúvida. Só não podemos mudar tudo em nossas vidas sem que possamos buscar soluções práticas para o seu andamento. O mundo gira, o vírus também, mas nós, povos de todo o globo  não podemos ficar parados e isolados apenas. Precisamos agir antes que realmente o mundo inteiro pare e não sobreviva à estagnação.

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O visitante indesejável

13/03/2020 08:41

                   Chegou de surpresa em Brasília e em especial no Palácio do Planalto o já famoso Coronavírus. E pegou um assessor do presidente que, em vários momentos esteve bem pertinho do chefe. O fato, ficha caindo, fez com que o presidente desse uma entrevista portando máscara ao lado de alguns dos seus auxiliares. E que alertasse mais a população sobre o vírus prometendo uma ação cada vez mais positiva no sentido de combatê-lo com todas as forças. Não vou nem dizer que o combate vem agora face a   possibilidade de contaminação do presidente porque estamos vendo que as ações estão acontecendo no dia a dia. Mas, na verdade, quando algo assim acontece no palácio do poder é claro que as medidas vão ser intensificadas. Continuo dizendo que não podemos nos deixar abalar e sermos tomados pelo pânico, mas também acho que não se pode dar de comer ao diabo. Que tudo seja realmente providenciado, que a burocracia não impeça atos emergenciais e que, em primeiro lugar esteja a vida da população com o máximo de preservação de sua saúde. Quanto ao presidente com o visitante indesejável só me pergunto: Se houver real contaminação presidencial onde a comitiva irá fazer a quarentena? Onde?

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Alagoas se manda pelo mundo

29/02/2020 10:04

              O turismo de Alagoas vem dizendo para o que veio e há muito tempo o
estado se lança pelo mundo fazendo valer sua personalidade e sua vocação para receber
turistas de qualquer lugar. No momento, olhos voltados para Portugal, as autoridades à
frente o dinâmico Rafael Brito, secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo de
Alagoas, partiremos com força para Portugal. Ainda com o contentamento da chegada
da nova rota Maceió-Lisboa que se iniciará a partir de junho, novos ataques serão
concretizados com a ida à BTL que é a Feira de Turismo de Lisboa e depois com mais
algumas ações naquele país, uma delas reunindo cerca de 400 operadoras de lá
exclusivamente para nos ouvir e apreciar nossas ofertas. O trabalho de casa está sendo
feito com louvor, com atitude, com objetividade e com o carinho que o estado de
Alagoas merece junto ao turista internacional que, sem dúvida, começa a chegar com
êxito e gáudio de todos nós.

DESTACÔMETRO
O destaque vai para o casal Mádala e Geoberto Espírito Santo que
receberam bem nas prévias de carnaval fazendo a deles e a dos amigos acontecer em sua
residência. Simpatia e alegria são dois componentes desses dois nossos amigos.

PÍLULAS DO OUVIDOR
Em boa hora o governo através do Ministério da Saúde resolveu antecipar e
reforçar a campanha de vacinação contra a gripe sob o argumento de que casos
suspeitos de Corona Vírus podem aparecer melhor para os vacinados contra gripe.

A propósito do vírus que se espalha mundialmente por vários países o que ele
também está provocando é uma enorme contaminação econômica que poderá ser
uma das maiores do mundo se a crise sanitária continuar a existir.

Além do perigo de histeria coletiva, o que poderá ser um grande problema de
ordem psicológica, uma vez que o apavoramento da população começa a criar
atitudes de repúdio a hábitos sociais existentes.

Vejam por exemplo, quando se recomenda que não se aperte a mão de ninguém,
que não se cumprimente com beijos e outras coisas mais irão afastar as pessoas
entre si, mudando comportamentos sociais até agora sempre salutares.

E essa mudança de comportamento provocado pelo fator Corona pode criar fobias
coletivas absolutamente irreais, onde própria mídia é responsável. Há que ter
muito equilíbrio nas inter-relações até se a pandemia acontecer de fato.

E no meio disso tudo a política continua, as discussões produtivas ou não estão por
aí e até o nosso presidente dá uma de baixo nível e fica atacando o Congresso
Nacional, desrespeitando a constituição e colocando sua cabeça a prêmio.

Digo a prêmio porque várias autoridades da área jurídica já estão se posicionando
e relatando que a atitude dele pode se enquadrar em pedido de “impeachment”,
acelerando uma crise institucional fora de propósito e que ninguém deseja. Acho.

A Fiea, por meio de sua Área Internacional (CIN/AL), preparou uma série de
ações estratégicas com o objetivo de favorecer a internacionalização de empresas
alagoanas, além de diversificar a pauta exportadora do Estado.

São consultorias, missões e estudos de inteligência comercial, participação em
feiras nacionais e internacionais, entre outras. Uma das principais atividades está
confirmada em 2020: é o VII Encontro Internacional de Negócios (Enin).

O governador Renan Filho (foto) continua sua trajetória de bom governo
prestigiando seu vice, Luciano Barbosa que vem se comportando admiravelmente
ocupando também a secretaria de estado da educação. Coisa, aliás, onde é mestre.

ABRAÇOS IMPRESSOS
Os abraços impressos mando esta semana para a promotora, agora
aposentada Failde Mendonça que, no entanto, continua ativamente dando consultoria a
empresas e fundações com toda a competência que anos de MP construíram.

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Quem serão os parasitas?

14/02/2020 10:09

 *Parasitas ou parasitos são organismos que vivem em associação com outros dos quais retiram os meios para a sua sobrevivência, normalmente prejudicando o organismo hospedeiro, um processo conhecido por parasitismo.

             Realmente os parasitas são absolutamente perniciosos ao ambiente em que vivem. Sugam. Abusam. E, sobretudo não respeitam os seus semelhantes. Sabemos que o funcionalismo público com muitas exceções tem os seus vícios seculares onde se incluem aqueles que, protegidos ou não, colocam-se na posição de vestais e permanecem usando e abusando do poder não fazer nada ou fazer muito pouco. Para esses, concordo, precisa haver lei. Precisa haver uma tomada de respeito para que eles, os joios, não sejam misturados aos muitos bons trigos que pertencem à classe e que estão lutando por um Brasil melhor. Teria razão o Ministro Paulo Guedes quando os colocou a todos os funcionários públicos na vala comum chamando-os de parasitas? É claro que não. Até porque existem também os cidadãos paralelos que vivem nas tetas dos governos e que se aproveitam em licitações fraudulentas, em obras mal feitas, em serviços não prestados e em uma série de ações que prejudicam o serviço público e a sociedade como um todo. Não quero defender os ditos “parasitas” do serviço público porque sabemos que eles existem e nem somos contra uma lei que os puna ou que os enquadre. O que não aceitamos é que, com tantos funcionários decentes, honestos e trabalhadores a pecha dada pelo ministro os tenha atingido também.

 

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Primeira Edição © 2011