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A felicidade faz parte do trabalho

12/05/2022 07:45

“Trabalhe com o que ama e não precisará trabalhar um único dia em sua vida.” A famosa frase do filósofo chinês Confúcio, que viveu por volta de 500 a.C., hoje virou uma espécie de mantra entre empreendedores bem sucedidos e trabalhadores que buscam encontrar-se profissionalmente. Mas fazer o que ama seria o suficiente para encontrar a felicidade no trabalho?

Essa é a pergunta que muitas corporações vêm fazendo e, mais do que isso, investindo pesado para que seus colaboradores respondam positivamente. Trabalhadores felizes, dizem as pesquisas, têm melhor rendimento nas suas funções. Por outro lado, já existe um consenso, inclusive científico, de que a realização profissional não passa pelo tamanho do salário. Fosse assim, a felicidade seria apenas um número, e, portanto, mensurável.

O que é possível mensurar de fato é o impacto de um ambiente corporativo feliz: um estudo recente produzido pela Harvard Business Review indica que funcionários que se sentem realizados aumentam sua performance em 31% e sua eficiência em 85%. Isso nos permite concluir, ainda que com certa dose de sarcasmo, que o dinheiro não traz felicidade, mas a felicidade, sim, tem grande potencial de trazer dinheiro.

E isso é tão poderoso no universo do empreendedorismo que parte dos investimentos das empresas na felicidade dos colaboradores concentra-se na chamada certificação em CHO – a sigla inglesa de chief happiness officer, algo como “diretor de felicidade”. Ser um CHO significa ter treinamento profissional para desenvolver esse espírito de felicidade no ambiente corporativo, propondo ações que gerem satisfação e estímulo à produtividade.

Isso se torna um artigo ainda mais valioso a partir da pandemia, quando ocorre uma explosão de relatos e pesquisas em torno de pessoas com sentimentos de tristeza ou depressão, muitas vezes associados a crises de ansiedade. Ou seja, o trabalho tornou-se para muitos, inevitavelmente, um ambiente mais tóxico, mesmo em casos de trabalho remoto.

Essa realidade vai ainda ao encontro da posição de co-liderança do Brasil nos rankings mundiais de ansiedade e de Síndrome de Burnout, que se relaciona à exaustão psicológica decorrente do trabalho. A concepção da felicidade no ambiente corporativo do país, portanto, é mais cara no sentido de necessitar de estratégias mais firmes para estimular suas equipes.

Mas é necessário que elas ocorram. Não tanto pelo retorno financeiro dos colaboradores, mas pela própria saúde mental que qualquer atividade laboral oferece. A felicidade não pode ser um objeto usado somente dentro de casa ou nos momentos de lazer, mas em todo o nosso cotidiano. O trabalho precisa ser visto como um motivo a mais para ser feliz. Por este lado, Confúcio estava mesmo certo.

A autora é Renata Lemos, consultora especialista em desenvolvimento de líderes e cultura organizacional, e fundadora do Instituto Excelência Gestão e Cultura (IEGC) - renatalemos@grupoerres.com

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Mães sobrecarregadas: acúmulo de funções pode causar o esgotamento mental

11/05/2022 10:57

Ter que dar conta de tudo é uma sensação que a maioria das mulheres passa, principalmente depois que se tornam mães. A responsabilidade e os afazeres aumentam com a chegada de um novo integrante na família, mas as tarefas do dia a dia, somadas à vida social e aos cuidados com os filhos podem acarretar a estafa emocional, o chamado burnout materno.


A psiquiatra e professora do curso de medicina da Faculdade Pitágoras, Maria Gabriela Aragão, explica que a síndrome é um distúrbio causado pela exaustão extrema, sempre relacionada ao trabalho que é exercido. “Podemos caracterizar este distúrbio como um cansaço e o estresse crônico de mães sobrecarregadas com as funções maternas, aliadas com a vida social e atividades rotineiras da casa”, diz.


Segundo a professora, os sintomas podem ser percebidos, tanto logo após o nascimento da criança, quanto nos primeiros anos de idade. “Mesmo após os primeiros meses de vida, a criança ainda requer uma atenção especial. Até os quatro anos de idade as mães ainda sentem um desgaste emocional grande em virtude das atividades maternas que precisa desempenhar”, relata a docente.


Muitas mães não sabem que estão passando pelo distúrbio, por acreditarem que esta seja uma situação comum. Lembra ainda que a diferença entre o cansaço habitual e o esgotamento está na intensidade e na quantidade de vezes que isso ocorre. “É importante perceber a frequência deste cansaço. É normal alguém ficar cansado, mas não o tempo todo. A ajuda profissional é imprescindível para tratar os sintomas”, completa.


Como identificar?

Os sintomas da síndrome de burnout materno podem ser físicos ou psicológicos, sendo que a mãe pode apresentar:

-- Sentimento constante de culpabilidade;

-- Cansaço mental e físico excessivos, mesmo após o descanso;

-- Falta de interesse ou prazer em cuidar do filho;

-- Insônia;

-- Dificuldade de concentração;

-- Perda de apetite;

-- Irritabilidade e agressividade;

-- Lapsos de memória;

-- Baixa autoestima e insegurança;

-- Desânimo e apatia;

-- Dores de cabeça e no corpo;

-- Negatividade constante;

-- Tristeza excessiva.

Cada caso é um caso e eles não podem ser tratados de formas generalizadas, mas o burnout requer que a pessoa faça terapia e acompanhamentos com um ou uma profissional da área da saúde de forma constante. “Em algumas situações há necessidade de uso de medicamentos, mas somente o profissional irá avaliar durante a consulta. O nosso corpo dá constantes sinais e precisamos respeitá-lo caso haja indicativo de alguma coisa errada, física ou psicologicamente”,

FACULDADE PITÁGORAS  

Fundada em 2000, a Faculdade Pitágoras já transformou a vida de mais de um milhão de alunos, oferecendo educação de qualidade e conteúdo compatível com o mercado de trabalho em seus cursos de graduação, pós-graduação, extensão e ensino técnico, presenciais ou a distância.

Presente nos estados de Minas Gerais, Maranhão, Goiás, Ceará, Pará, Piauí, Paraíba, Pernambuco, Acre, Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Paraná e São Paulo, a Faculdade Pitágoras presta inúmeros serviços à população por meio das Clínicas-Escola na área de Saúde e Núcleos de Práticas Jurídicas, locais em que os acadêmicos desenvolvem os estudos práticos. Focada na excelência da integração entre ensino, pesquisa e extensão, a Faculdade Pitágoras oferece formação de qualidade e tem em seu DNA a preocupação em compartilhar o conhecimento com a sociedade também por meio de projetos e ações sociais.

A Faculdade Pitágoras nasceu herdando a tradição e o ensino de qualidade oferecido pelo Colégio Pitágoras, fundado em 1966, que também deu origem ao grupo Kroton. Para mais informações, acesse o site.

Sobre a KrotonMed

A KrotonMed é a unidade de negócio da Kroton voltada para a Medicina. Criada em 2021, a KrotonMed possui mais de 3 mil alunos matriculados no curso de Medicina em 6 instituições de ensino superior: Unic, no Mato Grosso; Uniderp, no Mato Grosso do Sul; Unime Lauro de Freitas e Pitágoras Eunápolis, na Bahia; e Pitágoras Codó e Bacabal, no Maranhão. A KrotonMed possui mais de 7 mil alunos em cursos de Saúde Presencial, mais de 18 mil alunos em outros cursos presenciais de alto valor agregado. Os cursos recebem investimentos constantes para aprimoramento da infraestrutura, que inclui laboratórios e ferramentas que utilizam as mais avançadas tecnologias voltadas ao ensino da Medicina. As instituições possuem parceria com clínicas e hospitais que atendem a população, possibilitando ao aluno acesso a um alto nível de educação que reúne teoria e prática e uma preparação eficiente para sua inserção no mercado de trabalho.

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A Teologia e o Seu Lugar Na Construção da Sociedade

10/05/2022 10:50

Estamos vivendo em um tempo de grandes mudanças no mundo. A forma de se relacionar mudou muito com a chegada de redes sociais. A forma de se comunicar agora é através do WhatsApp e assistir TV não é mais a mesma coisa desde o surgimento do YouTube e Netflix. Tudo mudou em pouquíssimo tempo, e provável que continuará mudando dia após dia. Essa realidade instável embora traga progresso, também traz consigo alguns pontos de preocupação.

E para entender toda essa dinâmica de transformação social, fazemos uso da teologia para nos ajudar. Afinal, a teologia é a ciência que trabalha o nosso conhecimento de Deus e da sociedade. 

A palavra teologia, que vem da junção de duas palavras gregas Theos + Logos, que significa literalmente “estudo de Deus” ou “estudo sobre Deus”. Claro que ninguém pode estudar Deus e conhece-lo na sua plenitude, uma vez que somos imensamente limitados quando comparados a grandeza Dele. Por isso, o estudo teológico não visa estudar a Deus, mas sim a criação de Deus.

Segundo o teólogo, a teologia trata de Deus e tudo o que se refere a Ele, isto é, o mundo inteiro: A criação, a salvação e tudo o mais. E isso já está na definição de Teologia que é: Estudo de Deus. Mas como Deus é o "determinante de tudo", então qualquer coisa pode ser objeto de consideração teológica. Deus como sendo a origem e criador de tudo, ele está por detrás de qualquer coisa existente.

“Compreender o sentido da teologia como uma ciência interdisciplinar é fundamental para se construir uma cosmovisão relevante para o nosso mundo. Por isso cada teólogo deve saber se relacionar com outras ciências além da teologia, como a sociologia, psicologia, pedagogia, filosofia, direito, entre outras. Para que assim, livres do fundamentalismo religioso que descarta qualquer outra fonte de conhecimento, possamos usar a nossa fé como resposta para a sociedade” comenta o teólogo Rodrigo Moraes.

Ainda segundo Moraes, “é como se estivéssemos em um jogo de cartas, onde eu tenho nas mãos as seguintes: Sociologia, Pedagogia, Antropologia, Ciências Políticas, Direito e Teologia, por exemplo. Algumas religiões decidem não jogar com todas as cartas, e jogam apenas com uma, a carta da fé. E quando eu jogo somente com a carta da fé, para responder a todas as realidades, isso se chama Fundamentalismo Teológico”.

Por isso, segundo Rodrigo Moraes a teologia é o momento de exercer um importante papel para a sociedade, porque o que vemos hoje, infelizmente, é a imagem de um “evangelho capitalizado”, que acaba tornando a sociedade mais suficiente e menos fraternal. Fazendo com que exista problemas sociais que a teologia poderia atuar de forma mais eficaz, como os problemas sociais.

Para saber mais sobre todos os assuntos que rodeiam esse mundo, fique ligado no site do teólogo. Acesse: www.rodrigomoraespastor.com.br

Rodrigo Moraes é escritor, bacharel em Teologia e pós-graduado em Teologia e Ministério. Atua como Reitor do Seminário Teológico Mosaico e como presidente do Instituto Reino do Bem e possui mais de dez livros publicados, sendo o último, sucesso de vendas, intitulado: Música, Arte e Adoração. www.rodrigomoraespastor.com.br

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Interesse por ferramentas de proteção de senha aumenta no Brasil

10/05/2022 09:55

O interesse do brasileiro pela segurança da própria senha nunca foi tão alto como em 2021, de acordo com levantamento realizado pelo Google Trends para o Dia Mundial da Senha, celebrado neste 5 de maio. No ano passado, as buscas pelos termos “gerenciador de senha” e “autenticação em dois fatores” foram as mais numerosas, desde o início da série histórica, em 2004. Além disso, na comparação direta com 2020, a preocupação das pessoas no país com o gerenciador dobrou, enquanto com a dupla autenticação subiu 33%.

As pesquisas pelo "gerenciador de senha" saltaram 523% no Brasil nos últimos cinco anos, em paralelo ao ano anterior. Isso significa que a relevância da ferramenta ficou seis vezes maior. A alta foi substancialmente mais significativa do que a registrada em todo o mundo (+ 110%) também no mesmo período. E mesmo assim, o Brasil ainda é o 31º país no ranking das nações que mais pesquisam por “gerenciador de senha” dos cinco anos avaliados.

O interesse por "autenticação em dois fatores" também cresceu muito no país, nesse período. O aumento foi de +475%, também seis vezes a mais do que no mesmo espaço de tempo imediatamente anterior. Já "vazamento de senha" passou a despertar quatro vezes mais interesse das pessoas. O crescimento foi de +299%. Ante 2020, o crescimento foi de +147%.

Já as procuras por "senha forte" triplicaram nos últimos cinco anos (+239%). Somado a isso, o assunto também bateu recorde em 2021, quando registrou um aumento de +66%. Boa parte das palavras que são pesquisadas ao lado de "como proteger…" são ferramentas digitais, como celular e redes sociais.

Gerenciador de Senhas

Com o objetivo de ajudar as pessoas a adotarem senhas fortes e diferentes para cada login, sem que para isso todos tenham que guardar combinações complexas na cabeça, o Google desenvolveu o Gerenciador de Senhas. Integrado diretamente ao Chrome, ao Android e à Conta do Google, o software usa a mais recente tecnologia de segurança, baseada em IA, para armazenar e proteger senhas. A ferramenta ajuda não só a criar palavras-chave complexas e seguras, como também simplifica seu uso ao guardá-las com segurança.

O Gerenciador também oferece a opção de completar automaticamente campos de acesso a contas em diferentes sites. A solução ainda realiza uma análise minuciosa para identificar se uma senha utilizada foi comprometida e verifica se a mesma combinação já foi utilizada para outra conta.

Uma novidade é o Password Import (acessível nas Configurações do Gerenciador de Senhas), que permite às pessoas importarem facilmente até 1.000 senhas por vez de vários sites de terceiros para o Gerenciador.

Autenticação em dois fatores

Para fortalecer ainda mais a segurança da sua conta, o Google também oferece uma camada extra de proteção de acesso, a verificação em duas etapas (2SV). Por meio dele, o Google exige uma segunda autenticação, que pode ser feita por meio de outros dispositivos ou aplicações.

No ano passado, o Google ativou automaticamente a verificação em duas etapas de modo automático nas contas de pelo menos 150 milhões de usuários e ainda passou a exigir que pelo menos 2 milhões de criadores do YouTube ativassem esse recurso. O objetivo foi ampliar o rigor com a proteção de usuários e reforçar ainda mais as ações de segurança de senhas e logins.

Há anos o Google lidera a inovação na área de verificação em duas etapas. Esta é uma das formas mais confiáveis de evitar acesso não-autorizado a contas e redes. A 2SV é mais forte quando combina um elemento que a pessoa "conhece" (como uma senha, por exemplo) a um elemento que a pessoa "tem" (um celular ou um chaveiro com token).

CONFIRA SEIS DICAS POR CONTAS MAIS SEGURAS

1 - Procure utilizar todas as possibilidades de caracteres na criação das senhas, como símbolos, letras maiúsculas e minúsculas e números.

2 - Evite quaisquer sequências lógicas ou que remetam a informações da sua vida. Não coloque nomes de animais, marcas de veículos ou hobbies pessoais (saiba mais neste vídeo ). Opte sempre por novidades sem padrão. Se possível, grave as criações no Gerenciador de Senhas do seu Google Chrome ou Android!

3 - Crie senhas diferentes para acessos diferentes. Não repita seus códigos em sites, contas bancárias, senhas de cartão ou e-mail. Surpreenda!

4 - Use ferramentas de verificação em duas etapas. Em qualquer conta, procure por outros métodos de autenticação que acompanhem a sua senha.

5 - Não envie suas senhas por e-mail ou aplicativos de mensagem. Se possível, evite inclusive dizê-las ao telefone. Suas palavras-chave são importantes e não devem ser transferidas em nenhuma hipótese.

6 - Evite acessar seus dados ou contas em computadores, celulares e outros gadgets que não são seus, mesmo se houver verificação em duas etapas. Se o fizer, não salve seus acessos!

Para mais dicas e informações relevantes, visite a Central de Segurança do Google e o Blog do Google Brasil.

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Para combater a crise escolas oferecem educação financeira para alunos e pais

06/05/2022 10:25

Durante a crise de saúde da pandemia do Covid-19 a população e as escolas tiveram que se adequar a uma nova realidade e um dos reflexos é que o país ainda atravessa uma grande crise financeira.

Dentro das novas necessidades absorvidas no período, uma que se destacou foi a educação financeira nas escolas. "O tema se mostrou um grande diferencial para as escolas, pois, quando trabalhada adequadamente, não ensina apenas a importância do dinheiro, mas também a importância de ter sonhos e objetivos para o futuro, e isso é fundamental para os alunos nesse momento", explica Reinaldo Domingos, presidente da DSOP Educação Financeira.

Domingos complementa que o tema também auxilia os alunos a entenderem melhor a situação pela qual os pais estão passando, em caso de crise. "Por tratarmos esse tema de uma forma leve, o entendimento das crianças é maior. São muitas ações relacionadas ao tema, um exemplo simples foi uma ação que realizamos no início da quarentena, incentivando os alunos a desenharem um arco-íris, em um símbolo de que tudo passará", conta o especialista.

Para os pais

Além dos alunos, uma nova demanda que apareceu foi também a conscientização do conteúdo para os pais ou cuidados dos alunos. "Um exemplo é a empresa de educação financeira DSOP, que anteviu as dificuldades que essas instituições iriam enfrentar com a crise e está se oferecendo para auxiliar os responsáveis pelos alunos com informações que serão decisórias para travessia desse momento", explica o presidente da DSOP, que implanta programas de educação financeira em escolas em todo o país.

Mesmo antes da pandemia, esse tema já era necessário, a taxa elevada de inadimplência e de endividamento no Brasil proporciona uma certeza: o Brasil precisa de educação financeira. Felizmente hoje já são centenas de milhares de crianças e jovens de todo o Brasil estão sendo educadas financeiramente pelo Programa DSOP Educação Financeira nas Escolas.

Atualmente estudos e pesquisas indicam uma mudança cultural, com a conscientização de que o ambiente escolar é o mais propício para o ensino dessa disciplina. Comprovando ainda que a família do aluno também é beneficiada.

"Há quem pense que as crianças não têm discernimento para lidar com finanças", relata Reinaldo Domingos, "porém notamos que com 4, 5 ou 6 anos elas já reconhecem o dinheiro como um meio para realizar sonhos. Isso nos faz acreditar em uma nova geração de pessoas independentes financeiramente, mais realizadas e felizes".

A educação financeira não se restringe apenas aos alunos. Os professores são capacitados para dominar e então disseminar o tema, e também os pais assistem palestras e têm acesso a cursos online gratuitos. Dessa forma, a mudança comportamental é trabalhada em toda a comunidade.

Famílias notam resultados

Por conta dos resultados positivos sentidos nos lares, cresce nos últimos anos o número de escolas em todo o país que adotam o Programa DSOP Educação Financeira nas Escolas. Pesquisa indica que 100% das crianças e jovens que recebem educação financeira na escola, participam das discussões relacionadas às finanças da família em casa.

Esse é um dos dados da 1ª Pesquisa de Educação Financeira nas Escolas, realizada em 2017, uma parceria entre o Instituto de Economia da UNICAMP, por seu Núcleo de Economia Industrial e da Tecnologia (NEIT), o Instituto Axxus e a Abefin.

Ela também aponta que a grande maioria (71%) dos alunos que têm aulas sobre o tema nas escolas ajudam os pais a fazerem compras conscientes. A pesquisa foi realizada com 750 pais/responsáveis de cinco capitais brasileiras, Recife, São Paulo, Rio de Janeiro, Goiânia e Vitória.

Participação na Bett Educar 2022

Para apresentar ao público escolar essas e outras informações sobre a importância da implantação da educação financeira nas escolas, a DSOP Educação Financeira participará da Bett Educar 2022.

O evento acontece entre os dias 10 e 13 de maio de 2022, e é o maior evento de educação e tecnologia da América Latina. Congrega, anualmente, mais de 270 empresas nacionais e internacionais, mais de 20 startups do setor e cerca de 30.000 participantes da comunidade educacional de todos os estados brasileiros, que se encontram com o propósito de buscar inspiração, discutir o futuro da educação e o papel que a tecnologia e a inovação desempenham na formação de todos os educadores e estudantes.

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Primeira Edição © 2011